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Acordo entre Brasil e equador fortalece operações de combate ao crime

publicado: 02/11/2019 09h05, última modificação: 02/11/2019 09h13
Cooperação agiliza a desarticulação do crime organizado que envolva os países
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Brasília, 1/11/2019 – O acordo de cooperação policial entre o Brasil e o Equador, assinado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e pela e a ministra do Interior, do Equador, María Paula Romo, na quinta-feira (31), em Quito, amplia a cooperação para as ações de prevenção e combate ao crime organizado transnacional, ao tráfico de drogas e de pessoas, crimes econômicos, cibernéticos e ao terrorismo. O pacto foi firmado durante a Sétima Reunião de Ministros de Segurança Pública das Américas (Mispa VII).

A parceria entre os países no combate ao crime amplia os caminhos para o desdobramento de um maior número de ações coordenadas pela Polícia Federal e a Polícia Nacional Equatoriana, para desarticular as organizações criminosas, que transcendem as fronteiras, respeitando a legislação dos países envolvidos. O acordo favorece, também, o intercâmbio de experiências e informações-chave para a investigações sobre delitos que envolvam ambos os territórios.

Segundo o ministro Sergio Moro, as operações que envolvam crimes entre os territórios têm obtido maior êxito e mais celeridade quando há cooperação internacional, é o caso da última operação realizada pela Polícia Federal, contra a lavagem de dinheiro e o tráfico de pessoas. “O dinheiro passava por vários países, inclusive o Equador, e o sucesso da operação foi possível graças à troca de informações”, destacou.

Assim resultaram os acordos de cooperação jurídica internacional com a Suíça, e os Estados Unidos, que viabilizaram ações de combate à corrupção, o Brasil quer desestruturar o crime organizado que ultrapassa as fronteiras, com os países da América Latina, e inviabilizar a expansão das ações criminosas. 

A cooperação, articulada pela Organização dos Estados Americanos (OEA), reafirma acordos internacionais sobre a luta contra o crime organizado transnacional, dentro dos termos da Convenção de Palermo; Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção, Convenção contra o Tráfico Ilícito de Entorpecentes e Substâncias Psicotrópicas, e a Convenção de Viena.