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Segurança pública passará a ter verbas carimbadas, garante Jungmann

publicado: 04/05/2018 15h12, última modificação: 15/05/2018 13h02
Pela primeira vez na história, a segurança pública irá contar com recursos previsíveis, não mais sujeitos a contingenciamento.

Rio de Janeiro, 3/4/18 – O ministro da Justiça e Segurança disse nesta terça-feira (3) que, pela primeira vez na história, a segurança pública irá contar com recursos previsíveis, não mais sujeitos a contingenciamento. A regra já funciona para as áreas de educação e saúde, por exemplo. Jungmann garantiu também a liberação de mais recursos por meio de medidas provisória para a intervenção na Segurança Pública do Rio de Janeiro, previsto para as próximas semanas. O valor que será anunciado ainda não está fechado, mas irá se juntar ao R$ 1,2 bi liberado na semana passada.

O anuncio foi feito durante um evento do jornal O Globo, chamado “E Agora, Brasil?”, que reuniu um time de jornalistas, editores, colunistas, especialistas e empresários para tratar  sobre a intervenção no Rio de Janeiro.

Jungmann falou sobre importância de garantir a segurança nas eleições para impedir que o crime organizado saia vitorioso e ameace a democracia. Sobre a tensão política pela qual passa o Brasil nesse momento, o ministro disse esperar 'clima ordeiro' nas manifestações marcadas para acontecer em diversas partes do país.

Após uma fala inicial, o ministro respondeu a perguntas de jornalistas e especialistas sobre a intervenção e também sobre e as investigações do caso Marielle. O ministro disse que as investigações avançaram e que as informações devem ser mantidas em sigilo até se alcançar o resultado esperado.

O chefe da pasta falou sobre a sensação de segurança e novos passos da intervenção Ele rebateu as críticas de que a intervenção não apresenta resultados de curto prazo. Disse reconhecer que é preciso trabalhar mais a forma como comunicar à imprensa e à sociedade sobre as ações que estão em andamento.

Jungmann disse que os militares não irã mudar a realidade do Rio de Janeiro, mas somente as próprias polícias do estado podem fazê-lo. Por isso acredita que um dos principais objetivos da intervenção é a reestruturação das corporações. Sobre isso, ele que os militares estão realizando um ótimo trabalho.

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